quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Transparência: Gastos de campanhas dos Dep. cotados a receber votos em Senador Sá. Confira!

      Sempre com o  intuito de que o eleitor, também nossos usuários possam ter acesso a todas as informações sobre os candidatos cotados a receberem votos em Senador Sá. A baixo os gastos registrados até o momento a justiça eleitoral. Dos candidatos a Dep. Estadual e Federal.

Em Senador Sá:

Paulo Vitor apoia: 
Dep. Federal > Moses Rodrigues
Dep. Estadual > Sergio Aguiar

Bel Jr. apoia:
Dep. Federal > Domingos Neto
Dep. Estadual > Zezinho Albuquerque

Alex Sandro apoia:
Dep. Federal > Aníbal Gomes
Dep. Estadual >  Sergio Aguiar

Luciana Freire apoia:
Dep. Federal >  Inacio Arruda
Dep. Estadual > Lula Morais

Sancho Rodrigues apoia:
Dep. Federal > Eudes Xavier
Dep. Estadual > Duquinha

Abaixo, os gastos de campanha até o momento:


Ator ministra palestra em Senador Sá.


     O ator Chico Expedito esteve nesta quinta-feira em Senador Sá, ministrando uma palestra pública a convidados e população em geral. O grupo Fênix de Senador Sá fez a abertura da palestra com os dançarinos Dayanne Sampaio e Thiago Nascimento, onde o ator teve a oportunidade de ver e apreciar um pouco do Dom e de nossos talentos. Conheça mais sobre o trabalho do ator em seu site (abaixo):
Veja site do ator: AQUI!

Fotos da noite:

Fonte de imagens: 
Grupo Debate político e Cobertura Fênix no whatsapp

Estrada Senador Sá - Serrota: A promessa decorada!

     Incrível como os políticos nos acham burros! Nos prometem a mesma coisa campanha após campanha e muitos ainda acreditam. Não vamos nos basear em fatos muito abertos e fora de nossa realidade.  
     Um dos sonhos senadorsaenses é a estrada que liga Senador Sá-Serrota, o nosso maior distrito.  Beneficio esse que facilitaria e muito a vida desse lugar, além de beneficiar e muito o transito até as praias (Jijoca) onde terminaria a sonhada e prometida estrada.
        A promessa feita a quase dez anos, foi afirmada nas respostas via rede social por Cid Gomes (Vídeo 01) e comprometida em 2010 também por Cid Gomes, desta vez em discurso em nossa própria cidade (Vídeo 02). Neste ano de eleições, 2014, a promessa, que já parece ser decorada foi prometida após carreata no discurso de Sergio Aguiar, candidato a Dep. Federal que comprometeu-se com esse projeto. 
       Devem rir muito de nossa cara! Só pode, prometem e reprometem a mesma coisa com a mais pura cara de pau! Difícil assim hein...

Vejam os vídeos:

vídeo 01

vídeo 02

       

Eleições 2014 Senador Sá - Candidato a Dep. Federal Domingos Neto


   
Domingos Gomes de Aguiar Neto, nascido em 29/4/1988, Formado em direito. É filho de Domingos Gomes Aguiar Filho (PMDB), vice-governador do Ceará, e de Patrícia Aguiar (PMDB), prefeita de Tauá (CE) e ex-secretária de Turismo da capital cearense. Foi eleito em 2010 a Dep. Federal com 246.591 votos. Licenciou-se do mandato de Deputado Federal, na Legislatura 2011-2015, para assumir o cargo de Secretário do Município de Fortaleza, a partir de 7 de fevereiro de 2013. Reassumiu em 18 de fevereiro de 2014. Em 2013 foi alvo de inquérito que apura crimes eleitorais, o parlamentar é investigado por conceder auxílio financeiro para o transporte de alimentos em troca de votos. Em Senador Sá, o candidato estar sendo apoiado por Bel Jr., jovem que estar iniciando carreira política em Senador Sá.


Histórico de candidaturas (a partir de 2002):
2010: Deputado Federal (PSB - CE). Receitas: R$ 1.194.751. Votos: 246.591. Eleito.

Dados Pessoais:

Domingos Neto, participou/participa das seguintes comissões:

Presenças:


Privilégios como parlamentar:

Processos judiciais:

Veja >  AQUI!:
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas
Produtividade legislativa
Como votou matérias no Plenário
Emendas ao Orçamento
Faltas
Uso de cota parlamentar
 

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Fontes:
G1
Excelências - Transparência Brasil
Câmara dos Deputados
Winkipedia
Rank Políticos
Folha SP
UOL
Estadão - Política
O POVO
Diário do Nordeste
Eleições 2014
TRE-Ce
STF
Quadro Político


Veja Nossa Reportagem sobre:

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

No rastro do dinheiro da Propinobrás. Matéria liberada pelo STF. CONFIRA!!


   Entenda como o esquema na Petrobras abasteceu o caixa de aliados do governo e conheça os novos nomes denunciados pelo ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa na delação premiada
Há duas semanas, uma equipe composta por integrantes da Polícia Federal e do Ministério Público trabalha arduamente para detalhar como funcionaria o propinoduto instalado na Petrobras para abastecer políticos aliados do governo Dilma Rousseff. Até agora, eram conhecidos trechos da delação do ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa, considerado o maior arquivo vivo da República. Em depoimento à Polícia Federal, o ex-executivo da estatal entregou nomes de políticos e empresas que superfaturaram em 3% o valor dos contratos da Petrobras exatamente no período em que ele comandava o setor de distribuição, entre 2004 e 2012.

Já se sabia que dessa lista faziam parte figuras graúdas da República, como os presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara, Henrique Eduardo Alves, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, João Vaccari Neto, secretário nacional de finanças do PT, Ciro Nogueira, senador e presidente nacional do PP, Romero Jucá, senador do PMDB, Cândido Vaccarezza, deputado federal do PT, João Pizzolatti, deputado federal do PP, e Mário Negromonte, ex-ministro das Cidades, do PP, e até o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto em acidente aéreo no mês passado. No entanto, a relação de nomes entregue pelo ex-executivo da Petrobras é ainda mais robusta. ISTOÉ apurou com procuradores e fontes ligadas à investigação que, além desses políticos já citados, também foram delatados por Paulo Roberto Costa o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o governador do Ceará, Cid Gomes, e os senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e Francisco Dornelles (PP-RJ).
 O DOLEIRO AMEAÇA FALAR
Envolvido na Operação Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef, que também
está preso, tem sido pressionado a contar tudo, em troca de benefícios
Na semana passada, as investigações avançaram sobre o rastreamento do dinheiro desviado. Os levantamentos preliminares já confirmaram que boa parte da lista de parlamentares e chefes de governos estaduais contemplada, segundo o delator, pelo propinoduto da Petrobras, tem conexão direta com as empresas envolvidas no esquema da estatal. Levantamento feito na prestação de contas registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revela que cinco empreiteiras acusadas de participar do esquema este ano doaram quase R$ 90 milhões a políticos relacionados ao escândalo. Procuradas por ISTOÉ, as empresas envolvidas respondem em uníssono que as doações “seguem rigorosamente a legislação eleitoral”. A PF, no entanto, apura a origem dos recursos doados e se, além dos repasses oficiais, houve remessas ilegais. Suspeita-se que as doações eleitorais sejam usadas para lavar e internalizar o dinheiro depositado no exterior. Instada a colaborar, a Justiça da Suíça, país por onde circularam receitas provenientes de superfaturamento dos contratos da Petrobras, já deu o sinal verde para a cooperação.
FACHADA
O governador do Ceará, Cid Gomes, delatado por Paulo Roberto Costa,
nega que tenha envolvimento no caso
A análise do mapa de distribuição do dinheiro para as campanhas de políticos ligados ao escândalo mostra que os repasses financeiros nem sempre guardam relação com o perfil econômico dos Estados. Essa constatação intriga a PF. É o caso de Alagoas, Estado do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), um dos personagens citados no testemunho do delator. Em uma unidade da federação em que as principais atividades são a indústria açucareira e o turismo, as empreiteiras contratadas pela Petrobras não têm nenhum interesse de investimento ou projetos no estado. Mesmo asism, abarrotaram o caixa de campanha de Renan Filho (PMDB), herdeiro político do senador. Cinco empresas relacionadas ao esquema entraram com R$ 8,1 milhões na campanha, o equivalente a 46,8% dos R$ 17,3 milhões arrecadados pelo diretório estadual do partido, presidido pelo parlamentar.
BENEFICIÁRIO
Mencionado pelo ex-diretor da Petrobras na delação premiada,
o senador Delcídio Amaral obteve recursos para sua campanha
de empresas citadas como integrantes do esquema
No fim de agosto deste ano, um cheque de R$ 3,3 milhões da Camargo Corrêa irrigou o caixa controlado por Renan. Para que os recursos não saíssem diretamente para a campanha do filho do presidente do Senado, o dinheiro foi pulverizado em campanhas de deputados estaduais de diferentes partidos que compõem a coligação formada em torno de Renan Filho. Partidos como PDT, PT, PCdoB e PROS dividiram os recursos. O senador reagiu indignado ao vazamento do acordo de delação e negou proximidade com a diretoria da Petrobras. “As relações nunca ultrapassaram os limites institucionais”, afirma o parlamentar alagoano. A Camargo Corrêa foi levada à investigação da PF pelo doleiro Alberto Youssef, responsável pela lavagem do dinheiro ilegal da Petrobras. Em uma mensagem interceptada, ele reclamou que adiantou dinheiro à empreiteira e que não sabia como cobrar a dívida, de R$ 12 milhões, por ser amigo de diretores da empresa.
As denúncias do ex-diretor da Petrobras, feitas no depoimento concedido ao juiz Sérgio Moro, especialista em lavagem de dinheiro, atingiram as duas principais autoridades do Poder Legislativo. Além de Renan, Costa também mencionou o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), como beneficiário do esquema criminoso. Alves viveu por semanas a pressão de submeter o deputado André Vargas (PT-PR), amigo do doleiro Youssef, às instâncias do conselho de ética da Casa. Agora, ele próprio se vê envolvido na incômoda lista de políticos apontados pelo delator. Alves nega ter recebido recursos de Paulo Roberto Costa, mas, a exemplo de Renan, tem a campanha abastecida por empresas situadas no epicentro do escândalo. Henrique Eduardo Alves lidera a corrida ao governo do Rio Grande do Norte. Até agora, recebeu R$ 6,7 milhões de três empreiteiras apontadas no esquema de desvio de verbas da estatal. A relação do presidente da Câmara com a Petrobras é antiga. Sua influência nos quadros da estatal alcança desde grandes postos no Rio de Janeiro até a gestão da Refinaria Clara Camarão, no seu Estado. Só para alojar um apadrinhado na refinaria, o presidente da Câmara ordenou em 2012 a constituição de uma nova gerência de serviços especiais. Trata-se de Luiz Antônio Pereira. Um ano antes, a refinaria Clara Camarão havia passado por um pente fino do TCU e o tribunal encaminhou a auditoria para o Ministério Público, com o objetivo de esmiuçar indícios de superfaturamento e contratos sem licitações que marcaram a gestão da obra.

Incluído também na lista do ex-diretor da Petrobras, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) viu brotar na conta bancária do diretório partidário que preside em Roraima recursos provenientes das empreiteiras citadas no esquema. A OAS, Andrade Gutierrez e UTC doaram, juntas, R$ 1,6 milhão ao projeto político do PMDB no Estado. O valor que as empreiteiras repassaram à sigla de Jucá é maior do que os recursos transferidos das empreiteiras para o PSB, partido do cabeça de chapa da coligação do PMDB: o comitê do candidato ao governo Chico Rodrigues, que tem o filho de Jucá, Rodrigo Jucá, como candidato a vice, arrecadou R$ 615 mil.
Em seu depoimento à PF, Paulo Roberto Costa revelou que as empreiteiras contratadas pela Petrobras eram obrigadas a fazer doações para um caixa paralelo de partidos e políticos integrantes da base de sustentação de Dilma. Seguindo o rastro do dinheiro, a investigação mostra que, até agora, as empresas contratadas pela Petrobras engordaram o caixa do PMDB em R$ 15,5 milhões. Enquanto os peemedebistas adotam um método pulverizado de doação de campanha, o PT é o que concentra a maior fatia do dinheiro das empresas citadas no escândalo. Andrade Gutierrez, OAS, Queiroz Galvão, Engevix e UTC destinaram R$ 28,5 milhões à direção nacional do PT. À candidata Dilma Rousseff, R$ 20 milhões foram repassados pela OAS e outros R$ 5 milhões pela UTC.

CITADO
O senador Francisco Dornelles, alvo do delator Paulo Roberto Costa,
obteve R$ 400 mil da Andrade Gutierrez e R$ 800 mil da Queiroz Galvão
A rede de corrupção guarda íntima relação com problemas de gestão identificados pelos órgãos de fiscalização na execução de outras obras de refinarias. No Maranhão, a pressa política do PT em apresentar a pedra fundamental da Refinaria Premium custou R$ 84,9 milhões à Petrobras. O lançamento foi feito sem o projeto básico e o consórcio de empreiteiras contratado atrasou o início das obras, pois os terrenos ainda estavam sub judice. Ainda no Estado maranhense, o filho do ministro de Minas e Energia, integrante da lista de Paulo Roberto Costa, e candidato do PMDB ao governo do Maranhão, Lobão Filho, recebeu para sua campanha R$ 500 mil da empresa Andrade Gutierrez. A PF apura ligações do candidato com a empresa fornecedora de material para a construção da refinaria, no município de Bacabeira. O ex-ministro de Minas e Energia Silas Rondeau atua há muito tempo nessa área para a família do ex-presidente José Sarney (PMDB), pai da governadora do Maranhão, Roseana Sarney. Quando saiu do ministério, Rondeau foi trabalhar na Engevix, uma das cinco empreiteiras abraçadas pelo escândalo.

ELE, DE NOVO
O deputado Eduardo Cunha é outro integrante do PMDB
incluído na lista do ex-diretor da Petrobras
Recém-incluído na rumorosa relação do delator, o senador petista Delcídio Amaral também obteve recursos para sua campanha de empresas mencionadas como integrantes do esquema. A campanha de Delcídio ao governo de Mato Grosso do Sul recebeu R$ 622 mil da OAS, R$ 2,8 milhões da Andrade Gutierrez e R$ 2,3 milhões da UTC. Entre 2000 e 2001, Delcídio ocupou a diretoria de Gás e Energia da Petrobras. Com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para presidente, em 2002, ele se transferiu do PFL para o PT e apadrinhou a indicação de Nestor Cerveró, primeiro para a área de Gás e Energia, ocupada por Ildo Sauer, e, finalmente, para a área Internacional. Um dos depoentes da CPI da Petrobras no Congresso na última semana, Cerveró encontra-se no rol de investigados no escândalo da estatal. 
Outros três políticos que aparecem no escândalo receberam, direta ou indiretamente, dinheiro das empreiteiras acusadas de irregularidades nos contratos com a Petrobras. O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) foi agraciado com R$ 150 mil provenientes da UTC. Já o senador Francisco Dornelles (PP) obteve R$ 400 mil da Andrade Gutierrez e R$ 800 mil da Queiroz Galvão. À ISTOÉ, Dornelles admitiu que conhece Paulo Roberto Costa, mas, segundo o senador, não houve qualquer participação dele nessas doações. “Todas as doações recebidas pelo diretório do PP no Rio tiveram como origem empresas juridicamente aptas a fazê-las”, afirmou. O ex-ministro das Cidades Mário Negromonte foi contemplado com R$ 200 mil da OAS e R$ 100 mil da UTC. Na delação que fez à PF, Paulo Roberto Costa menciona ainda o governador Cid Gomes, do Ceará, com quem negociou a instalação de uma minirrefinaria no Estado. O projeto seria apenas uma fachada para um esquema de lavagem de dinheiro por meio de empresas que nunca sairiam do papel, conforme ISTOÉ denunciou em abril. “Não sei quem é Paulo Roberto. Nunca estive com esse cidadão e sou vítima de uma armação de adversários políticos”, disse o governador Cid Gomes à ISTOÉ na tarde da sexta-feira 12.

Quando a Polícia Federal iniciou as apurações, os investigadores tentaram abraçar um universo de temas. Sob a guarda do juiz federal Sérgio Moro, a PF buscava provas de crimes de evasão de divisas, contrabando de pedras preciosas e tráfico internacional de drogas, mas tinha dificuldade para amarrar uma linha de trabalho e caracterizar a ação de uma quadrilha. O acordo de delação do ex-diretor da Petrobras contribuiu, e muito, para apontar um rumo. Mas, para se livrar dos 50 anos de prisão que teria de pagar pelos seus crimes, Paulo Roberto Costa terá de trazer provas. Todos os políticos rechaçam as acusações do delator com o argumento de que não foram apresentadas provas. De fato, para que o depoimento do delator tenha relevância na elucidação da rede de corrupção, Costa terá de materializar suas afirmações. Pelo que se pode depreender até agora, as movimentações feitas com os recursos desviados da Petrobras abrangem o caixa formal dos candidatos, como mostra esta reportagem, e também dinheiro de caixa 2. No curso de seu trabalho para desvendar as tenebrosas transações, Sérgio Moro deu uma ordem: não quer depender de grampos ou suposições e vai fugir da “teoria do domínio do fato”, método que permeou o julgamento do mensalão, o maior escândalo de corrupção dos governos do PT. 

Fonte: ISTO É

Após censura imposta por Cid Gomes o STF libera revista ISTO É para circular no Ceará e no Brasil!



O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou nesta quarta-feira, 17, a circulação de exemplares da revista IstoÉ que incluem suposto envolvimento de Cid Gomes (Pros) no escândalo da Petrobras. Em sua decisão, o ministro considerou como “censura prévia” decisão da juíza Maria Marleide Maciel que proibia veiculação da publicação.

“A decisão reclamada impôs censura prévia a uma publicação jornalística em situação que não admite esse tipo de providência. Ao contrário, todos os parâmetros acima apontam no sentido de que a solução adequada é permitir a divulgação da notícia, podendo o interessado valer-se de mecanismos de reparação a posteriori (posterior à publicação)”, disse o ministro no despacho.
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou nesta quarta-feira, 17, a circulação de exemplares da revista IstoÉ que incluem suposto envolvimento de Cid Gomes (Pros) no escândalo da Petrobras. Em sua decisão, o ministro considerou como “censura prévia” decisão da juíza Maria Marleide Maciel que proibia veiculação da publicação.

“A decisão reclamada impôs censura prévia a uma publicação jornalística em situação que não admite esse tipo de providência. Ao contrário, todos os parâmetros acima apontam no sentido de que a solução adequada é permitir a divulgação da notícia, podendo o interessado valer-se de mecanismos de reparação a posteriori (posterior à publicação)”, disse o ministro no despacho.

Fonte 
O POVO

Justiça do Ceará proíbe circulação de revista por relacionar Cid Gomes ao caso Petrobras

     Intrigante, não? Censura numa época dessa, sou contra qualquer tipo de censura e qualquer tipo de esconder algo do povo. Corrupção e falta de transparência, como algo sobre corrupção onde políticos como Cid Gomes estão envolvidos correm em segredo de justiça? Ridículo!! Falta de vergonha e respeito para com o povo!
      
     SÃO PAULO - A juíza Maria Marleide Maciel Queiroz, de Fortaleza, determinou no fim de semana que a edição desta semana da Revista Istoé seja impedida de circular em todo o país ou, caso já tenha sido distribuída, que seja imediatamente recolhida das bancas de jornais. Segundo informações do site “Consultor Jurídico”, a magistrada tomou a decisão após o governador do Ceará, Cid Gomes (Pros), ir à Justiça relatando ter recebido e-mail da reportagem da revista citando o seu nome como um dos delatados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

O processo corre em segredo de Justiça. Segundo o “Consultor Jurídico”, caso desobedeça a ordem, a revista pagará multa de R$ 5 milhões.
"Entendo que a veiculação de seu nome com os fatos ligados à operação Lava Jato poderá lhe causar (ao governador) dano irreparável ou de difícil reparação, vez que exerce um cargo público da mais alta relevância, governador do estado do Ceará", escreveu a magistrada, na liminar concedida.
Na ação, Cid Gomes acusa a publicação de "calúnia, difamação e dano moral". Ele ainda diz que são falsas as informações prestadas por Paulo Roberto Costa à Polícia Federal (PF), e acrescenta que a investigação sobre a estatal ainda está em curso.
A matéria já foi retirada do site da revista. No site da Istoé, há um texto no lugar. "A matéria que você tentou acessar foi retirada do ar por decisão da juíza Maria Marleide Maciel Queiroz, de Fortaleza", diz. "A revista estuda medida judicial que garanta seu direito constitucional de informar à sociedade assuntos de interesse público", acrescenta o texto.
Em nota enviada à imprensa, Cid Gomes diz que está processando a Istoé “por calúnia, difamação e por dano moral por ter abrigado clara armação criada por meus adversários, visando interferir na disputa eleitoral no Ceará” e que não tem nem nunca teve “qualquer envolvimento nem qualquer tratativa pessoal com o citado ex-diretor da Petrobras, muito menos qualquer conversa indecente ou corrupta”.
Por meio do departamento jurídico, a revista informou que está “ingressando com as medidas cabíveis para cessar o cerceamento da liberdade da imprensa”.

domingo, 14 de setembro de 2014

Cia. de Dança Fênix faz apresentação no teatro São João. Confira!

      Como tínhamos publicado recentemente (Matéria Aqui!) a Cia de Dança Fênix de Senador Sá havia sido selecionada para participar do VIII Festival de esquetes teatrais do teatro São João em Sobral. Nesta noite de sábado foi o grande dia, os meninos ansiosos foram a Sobral no final da tarde para fazer as marcações de palco.

   
     Essa galerinha comandada pelo amigo Felipe Martins, nos deixaram orgulhosos mais uma vez. Ja com uma maquiagem prévia dirigiram-se ao teatro São João em Sobral, um dos mais antigos do pais, o teatro vem sempre com uma programação que valoriza os grupos de artes cênicas da região e o festival de esquetes é mais um dos inúmeros projetos do mesmo.

    Ja no teatro divertindo-se com esse incrível sentimento de ansiedade somado com alegria que no final das contas torna-se felicidade. E nos deixando igualmente feliz, podemos ficar durante todo a viagem e evento vendo e conversando com os dançarinos através do grupo "Cobertura Fênix" na rede social whatsapp, onde acompanhamos com fotos e depoimentos esse momento especial para nossos talentos. 
Outros grupos:
                                           Grupo Fênix:

       Após alguns grupos apresentarem-se e por volta das 19:40, nossos talentos entraram no palco de deram tudo de si, com o belo trabalho que ja temos a honra de conhecer, a cia. apresentou a coreografia "Pânico" e foi imensamente aplaudida pelo público presente. Aplausos que apenas afirmaram o incrível e grandioso trabalho que esses meninos e meninas senadorsaenses vem fazendo e deixaram claro a importância de projetos desta natureza.
           Eu pessoalmente, aplaudo emocionado de pé e pulando o talento e o trabalho que em nome do Felipe, Daiane, Thiago e Neto dou os parabéns a todos da cia de dança fênix. Difícil explicar ou descrever os sentimentos, mas meus sinceros, emocionado e honesto parabéns.
          Deixar aqui registrado os agradecimentos ao sec. de educação e cultura Emanuel e a prefeitura por disponibilizar o transporta ao grupo. Obrigado! 


Assista a apresentação:

 


Mais fotos desta noite especial:


sábado, 13 de setembro de 2014

Eleições 2014 Senador Sá - Candidato a Dep. Federal Aníbal Ferreira Gomes

    
        O candidato a Dep Federal, Aníbal Ferreira Gomes nascido em 7/6/1953 é natural do Rio de Janeiro, Profissional em: Agropecuarista e Cirurgião-Dentista. Filho de Amadeu Ferreira Gomes e Francisca Silveira Gomes.  Foi prefeito d Acaraú-Ce (1989), Deputado Federal, 1995-1999, Deputado Federal, 1999-2003,Deputado Federal, 2003-2007, CE, PMDB. Dt. Posse: 01/02/2003, Deputado Federal, 2007-2011Deputado Federal, 2011-2015, CE, PMDB e estar buscando mais um mandato em 2014. Em Senador Sá vem com o apoio do atual prefeito, Alex Sandro Oliveira. Também enfrenta inúmeros processos por peculato, lavagem/ocultação de bens,direitos e valores.
      Abaixo, poderá visualizar todas as informações sobre dados pessoais, processos, presenças, privilégios, comissões e etc.
 
Histórico de candidaturas (a partir de 2002):
2002: Deputado Federal (PMDB - CE). Receitas: R$ 178.978. Votos: 90.626. Eleito.
2006: Deputado Federal (PMDB - CE). Receitas: R$ 500.971. Votos: 178.938. Eleito.
2010: Deputado Federal (PMDB - CE). Receitas: R$ 970.000. Votos: 162.037. Eleito.
 
Dados:
 
        
 Aníbal Ferreira Gomes, participa ou participou das comissões:

  Presenças:

Privilégios como parlamentar:

Processos judiciais:

Notícia do G1: O deputado federal Aníbal Ferreira Gomes (PMDB-CE) responde à ação penal 347, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).
O que diz o deputado:
   Segundo o deputado, o caso se refere ao período em que foi prefeito de Acaraú (CE), entre 1989 e 1993, e trata de verbas recebidas por um hospital filantrópico por parte do extinto Ministério da Ação Social.
Gomes diz que foi responsabilizado por problemas na prestação de contas da instituição por ter assinado um documento que atestava a existência e o funcionamento da entidade.

“Era necessário que o promotor, o juiz ou o prefeito passasse um visto atestando o bom funcionamento da entidade. E eu passei esse visto porque o promotor não estava, nem o juiz. O MP entendeu que eu era responsável pela prestação de contas. (...) Como eu podia ser responsável pela prestação de contas se nada dizia no documento? Se eu soubesse que seria responsabilizado pela prestação de contas, certamente teria mandado verificar. O próprio TCU [Tribunal de Contas da União] já me isentou da responsabilidade”, disse.

“Na minha administração, todas as contas foram aprovadas, no Tribunal de Contas do Estado, no TCU. Nunca tive contas desaprovadas no tempo que passei lá. (...) Não era presidente do hospital, não fazia parte do quadro, de nada, não tinha vínculo com o hospital.”

 Veja abaixo:
Carreata em Senador Sá - Matéria
Carreata em Senador Sá - Vídeo

Veja >  AQUI!
Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas
Produtividade legislativa
Como votou matérias no Plenário
Emendas ao Orçamento
Faltas
Uso de cota parlamentar

Fontes:
G1
Excelências - Transparência Brasil
Câmara dos Deputados
Winkipedia
Rank Políticos
Folha SP
UOL
Estadão - Política
O POVO
Diário do Nordeste
Eleições 2014
TRE-Ce
STF
Quadro Político


 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Inauguração do comitê Leônidas Cristino e Robério Monteiro com Mario Sampaio.

     Nesta noite o ex vice prefeito Mario Sampaio inaugurou o comitê de campanha para os candidatos Leônidas Cristino (Dep Federal) e Roberio Monteiro (Dep. Estadual). As duas lideranças compareceram ao evento, Leônidas que ja foi prefeito de Sobral, secretário de fortaleza e Ministro discursou sobre seu trabalho e vontade de ajudar a região como Dep. Federal e Robério ex prefeito de Itarema, também discursou e comprometeu-se com o município e com Mario Sampaio. 
            A organização do evento foi muito receptiva, juntamente com Mario Sampaio e a vereadora Olivalda Sampaio. Cumprimentaram todos, serviram refrigerantes e conversaram agradecendo a presença. Com um público razoável o evento contou com a narração de Marlon Silva e Telão mostrando momentos da campanha de Robério Monteiro.

Fotos:

Mais fotos AQUI!

 
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