sábado, abril 19

E o significado e a histótia da Páscoa! Veja aqui!

Posted by Jackson Souza on 19:36 | No comments

O SIGNIFICADO DA PÁSCOA

       O sol nasce sobre a vasta paisagem urbana de Jerusalém, iluminando os muros de calcário branco da velha cidade e avançando lentamente sobre os prédios. Ao norte dos muros, um jardim exibe tranquila calma.
Em breve, uma multidão de turistas vai chegar e tomar seus assentos com vista para o jardim. Alguns vão descer os degraus até o ponto mais baixo do jardim, entrar silenciosamente por uma porta esculpida na pedra e olhar com reverência para uma parte vazia da rocha onde um corpo foi colocado para descansar há mais de dois mil anos. Ao sair, eles verão um aviso na porta: “Ele não está aqui, porque já ressuscitou”.
Os turistas não vão até o Horto do Sepulcro porque acreditam que é lá que Jesus foi sepultado; mas sim porque creem que ali é onde Jesus fez o que nunca havia sido feito antes — Ele viveu novamente.
Deus enviou Jesus à Terra para ensinar-nos uma maneira melhor de se viver. Apesar de seu ministério ter durado apenas três anos, seus ensinamentos têm influenciado bilhões por quase dois milênios. Porém, o maior dom que Jesus nos concedeu foi Sua vida. Ele pagou o preço por nossos pecados, morreu na cruz e ressuscitou dentre os mortos — provendo um meio para que cada um de nós volte a viver com Deus um dia.

Lucas 22:44

E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se como grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão.
Na noite anterior a sua morte, Jesus visitou o jardim que ficava a leste dos muros de Jerusalém, chamado Getsêmani. Ao deixar os apóstolos à beira do jardim, Ele adentrou a grama orvalhada e passou pelas oliveiras retorcidas, caminhando mais para o interior.
Ele preparou Sua vida inteira para aquele momento, seguindo cuidadosamente os mandamentos de Seu Pai em cada passo de Sua vida, em cada fôlego que tomava. Agora é chegada a hora. Mesmo tendo orado, “Pai, se é possível, passe de mim este cálice”, Ele aceitou o Seu fardo, e sozinho, suportou-o. Ele era o único que poderia nos libertar das terríveis consequências de nossos pecados.
No frio da noite, Ele ajoelhou-se e começou a orar. Apesar de não compreendermos plenamente, Ele voluntariamente tomou sobre si nossos pecados e nossas dores, e sofreu na carne e no espírito, devido a cada pecado, tristeza, erro e imperfeição de cada um de nós. A dor foi esmagadora, intensa e infinita. Ele suou sangue pelos poros quando esse pesado fardo fez com que tremesse de dor.

Lucas 22:48

Mas Jesus lhe disse, “Judas, com um beijo trais o Filho do homem?”
Em algum momento durante aquelas horas aparentemente infindáveis, a dor cessou. Se tão somente aquele fosse o único fardo que Ele tivesse de suportar. Ao reunir-se com Seus discípulos à beira do jardim, eles viram o brilho de tochas distantes aproximar-se.
O rosto das pessoas armadas com espadas e varas chamejava ameaçadoramente à luz da tocha. Do meio da multidão, surgiu Judas, apóstolo de Jesus.
“Mestre”, disse Judas, e beijou Jesus no rosto.
“Com um beijo trais o Filho do homem?”, Jesus perguntou a Judas.

Marcos 15:17

E vestiram-no de púrpura, e tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça, e começaram a saudá-lo dizendo, “Salve, Rei dos Judeus!”
As crueldades do dia seguinte ecoaram por séculos: os gritos de “Crucifica-o!” enquanto Ele aguardava perante Pilatos, com os punhos amarrados como um prisioneiro comum; cada golpe do chicote, atado com osso e metal, rasgando a carne de Suas costas, uma, duas, trinta e nove vezes; o manto de púrpura encharcado com Seu sangue e os soldados pressionando sobre Sua cabeça uma grande coroa de espinhos trançada; os cuspes, gritos de angústia, esmurros, insultos, gritos de zombaria.
E no Monte do Calvário, os soldados esticaram os braços de Jesus em uma cruz de madeira. Os martelos ressoaram sombriamente enquanto eles cravavam grossos cravos em Suas palmas e Seus punhos; uma dor aguda e intensa percorreu o corpo de Jesus. A madeira raspava os sulcos ensanguentados em Suas costas. Ao ser erguido, os espectadores viram, em uma placa acima de Sua cabeça, a verdade do escárneo dos Judeus, que dizia: Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus.
Cansado, suado, ensanguentado, Jesus fez o que apenas um Redentor poderia fazer: Perdoou Seus assassinos, confortou os malfeitores que sofriam ao Seu lado e confiou em Seu Pai. Quando Seu sacrifício estava completo, Jesus desejou morrer como apenas o Filho de Deus poderia. Entregou o espírito. Mas Sua morte não foi o fim. Foi o começo para todos nós.


Mateus 28:6

“Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia.”
O sepulcro vazio naquele jardim de Jerusalém é um lembrete de que quando a mulher que com tanto amor limpou, ungiu e enrolou seu corpo chegou para velar o túmulo, Seu corpo havia ido embora, e em Seu lugar havia dois anjos.
“Ele não está aqui, porque já ressuscitou,” Disseram eles.
A porta do sepulcro repetia aquela frase: “Ele não está aqui, porque já ressuscitou”. Ela lembra os visitantes de que o Salvador não apenas viveu e morreu por nós, mas que também levantou-Se dentre os mortos.
Devido ao fato de que Jesus Cristo é o Salvador de toda a humanidade é possível a cada um de nós viver novamente com Deus.

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