terça-feira, junho 17

Tabalho infantil, Alccolismo e gravidez na adolescencia provam que a juventude senadorsaense estar abandonada pelo poder público.

Posted by Jackson Souza on 10:37 | No comments


      Senador Sá esta abandonando sua juventude diante do caos, os jovens que não possuem opções deixam-se levar pelo álcool, drogas e consequentemente a gravidez na adolescência e perante as dificuldades de falta de incentivos buscam o trabalho devido as necessidades. Os problemas sociais existem em em todos os cantos do Brasil, o que diferencia Senador Sá de outros municípios é as políticas públicas aplicadas de incentivo a cultura e as crianças e jovens com cursos, projetos, lazer, campanhas educacionais e uma firme fiscalização aos comércios, bares, clubes e locais que vendem bebidas alcoólicas a fim de dificultar ao máximo a venda de alcool e o trabalho infantil. 
     Com grande parte do legislativo e executivo residindo fora de nossas fronteira fica ainda mais difícil de conhecerem nossas dificuldades e necessidades e consequentemente  formularem e aplicarem soluções.  A realidade é que as autoridades competentes como o poder público não importa-se com o futuro de nosso município e o  conselho tutelar fica de mãos atadas para efetuar uma fiscalização mais firme já que não possuem um apoio e os comerciantes e donos de bares e clubes importam-se apenas com o lucro e não possuem uma política de vendas. 

      Os salvadores  da juventude os quais não podemos deixar de lembrar e reconhecer os belos projetos extremamente importantes que estão sendo desenvolvidos e colocado em prática por cidadãos como Pirelly Monteiro e Felipe Martins com o Banzai Dojo e o Fênix onde sem apoio ajudam a juventude a terem opções que retirem os jovens da ociosidade e consequentemente de um futuro com drogas e inúmeros outros problemas sociais. 


ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente :
    O art. 81, I e II, do ECA, dispõe que é proibida a venda de bebidas alcoólicas e de produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica, ainda que por utilização indevida, à criança e ao adolescente. O art. 243 do ECA tipifica como criminosa a conduta de quem vende, fornece, ministra ou entrega, de qualquer forma, à criança ou adolescente, sem justa causa, produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica, ainda que por utilização indevida .
No Brasil:
        A Constituição Federal de 1988 (art. 7º, XXXIII)9 admite o trabalho, em geral, a partir dos 16 anos, exceto nos casos de trabalho noturno, perigoso ou insalubre, nos quais a idade mínima se dá aos 18 anos. A Constituição admite, também, o trabalho a partir dos 14 anos (art. 227, § 3º, I), mas somente na condição de aprendiz (art. 7º, XXXIII).
       A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho 10 ), em acréscimo, garante ao trabalhador adolescente entre 14 e 18 anos uma série de proteções especiais, detalhadas em seu Capítulo IV (artigos 402 a 441).11 Entre elas, a proibição do trabalho em locais prejudiciais à sua formação, ao seu desenvolvimento físico, psíquico, moral e social, e em horários e locais que não permitam a frequência à escola (art. 403, § único). A CLT concede, também, ao trabalhador estudante menor de 18 anos, o direito de fazer coincidir suas férias com as férias escolares (art. 136, § 2º).
 

 
Dependência e riscos

      O alcoolismo é a segunda a causa de morte evitável em todo o mundo, atrás apenas do tabagismo. Levantamento feito pela Secretaria da Saúde aponta que uma pessoa é internada no Estado por problemas decorrentes do uso do álcool a cada 20 minutos. Os motivos vão desde intoxicação por abuso pontual até cirrose alcoólica, problemas cardíacos e câncer. A OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que 4% das mortes ocorridas no mundo (cerca de 2,5 milhões de pessoas) são ocasionadas pela bebida, sem contar crimes passionais e acidentes de trânsito potencializados por ela.
      Os jovens merecem atenção especial. O Cratod (Centro de Referência em Tratamento de Álcool, Tabaco e Outras Drogas) detectou que 80% dos pacientes diagnosticados alcoólatras deram o primeiro gole antes dos 18 anos, parte deles muito jovens, com 11 ou 12 anos.
      Pesquisa do Instituto Ibope, feita a pedido do governo, apontou que 18% dos adolescentes entre 12 e 17 anos bebem regularmente, e que quatro entre dez menores compram livremente bebidas alcoólicas no comércio. Segundo a pesquisa, o consumo de álcool começa, em média, aos 13 anos.


Lesões e Consequências Sociais   
O uso de bebidas alcoólicas por menores de idade está relacionado ao maior número de óbitos de jovens do que todas as drogas ilegais somadas. Alguns dos principais aspectos desse problema encontram-se dispostos abaixo.

Beber e Dirigir
Acidentes de trânsito são a maior causa de morte entre jovens de 15 a 20 anos. Os adolescentes já correm risco maior desse tipo de problema devido à falta de experiência na condução de um automóvel, sendo que os motoristas menores de 21 anos também são mais susceptíveis do que os motoristas mais velhos a sofrer prejuízos na habilidade de condução de um carro.

As taxas de acidentes automobilísticos envolvendo jovens de 16 a 20 anos que fizeram uso de bebidas alcoólicas é mais de duas vezes superior às taxas de acidentes de carro envolvendo motoristas de 21 anos ou mais que fizeram uso dessa substância.

Suicídio
As bebidas alcoólicas interagem com condições tais como depressão e estresse, podendo contribuir para o suicídio, a terceira causa mais frequente de morte entre jovens de 14 a 25 anos.

Violência Sexual
A violência sexual ocorre mais comumente entre mulheres no fim da adolescência e início da fase adulta, geralmente dentro do contexto de um encontro com interesses afetivos. Os estudos sugerem que o uso de bebidas alcoólicas por parte do agressor, da vítima ou de ambos aumenta a chance de violência sexual por parte de um conhecido do sexo masculino.

Prática de Sexo Inseguro

Os estudos têm associado o uso de álcool por adolescentes com a prática de sexo inseguro, com a presença de parceiros múltiplos e sem o uso de camisinhas. As consequências dessa prática podem ser gravidez indesejada e contração de doenças sexualmente transmissíveis, incluindo AIDS.
Os Efeitos do Álcool no Cérebro
A exposição do cérebro ao álcool durante a adolescência pode interromper processos chaves do desenvolvimento desse órgão, possivelmente levando a danos cognitivos leves, assim como na intensificação do uso de bebidas alcoólicas. Apesar da prevalência do uso de risco de bebidas alcoólicas decair com o passar dos anos, os danos causados por essa substância ao cérebro persistem com o tempo.

A Relação entre Uso Precoce de Álcool e Dependência de Álcool
      O uso de precoce de bebidas alcoólicas pode ter consequências duradouras. Aqueles que começam a beber antes dos 15 anos apresentam predisposição quatro vezes maior de desenvolver dependência dessa substância do que aqueles que fizeram seu primeiro uso de álcool aos 20 anos ou mais de idade.
Prevenção e Tratamento
      Os riscos imediatos e de longo prazo advindos do uso de álcool por menores de idade reforçam a necessidade de desenvolver programas efetivos de prevenção e de tratamento. A compreensão dos fatores sociais, pessoais e ambientais que contribuem para a iniciação e o aumento no uso de bebidas alcoólicas é essencial para o desenvolvimento desses programas. Os estudos sugerem que o fator de predição mais confiável do comportamento de consumo de álcool é o uso de bebidas alcoólicas por amigos e colegas do jovem.
      Um exemplo de programa de prevenção focado em jovens é o Programa de Fortalecimento Familiar de Iowa, o qual retardou a iniciação no uso de álcool por meio da melhora nos laços familiares e na melhora na qualidade do relacionamento entre pais e filhos. Esse programa apresentou efeitos benéficos até mesmo quatro anos após a sua implementação. Outros programas preventivos feitos em escolas, por sua vez, focam em adolescentes que já iniciaram o consumo de álcool.

Política e Estratégias Comunitárias  
      Um fator importante no uso de bebidas alcoólicas por jovens menores de idade é a oferta dessa substância. Consequentemente, as intervenções que atuem nesse segmento da população devem ser complementadas por mudanças na política que ajudem na restrição do acesso ao álcool pelos jovens e que diminuam as consequências danosas do beber já instalado.
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